Projeto Anima reflete sobre o tema “Perder-se também é caminho!”

Durante a Roda de Conversa do Projeto Anima, do dia 14 de março, a Psicóloga Ludmila Maia, abordou o tema “Perder-se também é caminho!“, refletindo junto com a nossa Equipe de Animação Juvenil sobre a busca do autocuidado, da automotivação, para harmonizarmos o corpo e a mente e estarmos por inteiro em nossas atividades.

Ludmila destacou que o autoconhecimento nos fortalece no caminho. Que é preciso ter clareza do que queremos para nós, para darmos sentido para as coisas à nossa volta, construindo nossas realidades por meio dos laços com as pessoas ao longo da vida. Também indicou que é preciso nos comprometermos conosco, fazendo acordos no sentido de fortalecer o nosso interior, diminuindo o valor que damos para fatores externos que fogem ao nosso controle e que nos causam desequilíbrio. Uma referência ao livro “Os quatro compromissos”, de Dom Miguel Ruiz.

Os quatro acordos:

1 – Seja impecável com a sua palavra
A palavra é o poder que você tem de criar. Tenha firmeza e clareza do que diz, sem ficar refém do que vem de fora.

2 – Não leve nada para o lado pessoal
Nada do que os outros fazem é motivado por você. Ao nos sentirmos ofendidos tendemos a defender nossas crenças e gerarmos conflitos.

3 – Não faça suposições
A melhor forma de evitar conclusões precipitadas é perguntar sobre aquilo que não compreendeu.

4 – Sempre faça o melhor que puder
É o que permite que os outros três compromissos se tornem hábitos. Qualquer que seja a circunstância, faça o melhor que puder.

– Sobre o Projeto Anima

O Projeto Anima é uma iniciativa do Secretariado de Animação Vocacional e Juvenil que acompanha e proporciona uma formação integral aos animadores juvenis da nossa Província.

Por meio de encontros pessoais e em grupos, assessoria e encaminhamentos personalizados, o Projeto Anima tem como objetivos capacitar para o autoconhecimento e autocrítica; fortalecer relações de amizade e fraternidade; aprofundar a experiência de fé cristã-agostiniana; conscientizar-se da responsabilidade sócio-político-ecológica; e desenvolver competências e habilidades pastorais.