II Capítulo Provincial Intermédio: viver a simplicidade da espiritualidade agostiniana

O II Capítulo Provincial Intermédio da Província Agostiniana Nossa Senhora da Consolação do Brasil, realizado de 8 a 12 de dezembro, em Belo Horizonte/MG. O encontro foi marcado pela vivência da comunhão, da fraternidade e pela essência do carisma e da espiritualidade agostiniana. Além de momentos de oração e convivência, o Capítulo possibilitou a revisão do programa do quatriênio, o aprofundamento de temas ligados à vida religiosa e decisões importantes para a missão da Província.

As atividades tiveram início no dia 8 de dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição de Maria, com a celebração da Profissão Solene do Frei Ricardo Donizete Reis, OSA, na Paróquia Santo Agostinho – Comunidade Santo Antônio, em Contagem/MG. Na mesma ocasião, os freis Allison Pereira da Silva, Johnata Alves F. de Carvalho, José Henrique S. Morais e Guilherme Lessa Marinho renovaram seus votos religiosos.

Durante a semana, os capitulares participaram de estudos, grupos de trabalho, apresentações das comissões e votações. Entre os momentos de confraternização, assistiram à tradicional Cantata de Natal do Colégio Santo Agostinho – Unidade Belo Horizonte, realizada na Paróquia Nossa Senhora da Consolação e Correia, com apresentação do Grupo de Flauta e da Orquestra Stradivarius, celebrando o nascimento de Jesus e a esperança.

O Capítulo também foi ocasião para acolher com alegria Monsenhor Márcio Antônio Vidal de Negreiros, OSA, recentemente nomeado pelo Papa Leão XIV como bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo.

Na celebração de encerramento, dia 12 de dezembro, o Prior Provincial Frei Luiz Antônio Pinheiro, OSA, afirmou que, sob o olhar amoroso de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira das Américas, aprendemos que a plenitude dos tempos se revela na simplicidade e no silêncio, como aconteceu no momento da concepção do Salvador, fazendo uma analogia com a vida comunitária, que é feita de pequenas delicadezas.

“É no cotidiano, nos gestos simples, que cultivamos relações fraternas e damos sentido à nossa existência, porque nossa vida se constrói na rotina, nas pequenas coisas que fazem a diferença. Somos chamados a viver a proximidade para além dos protocolos e formalidades, pois criar relações que realmente aproximem e valorizem as pessoas é um modo concreto de transformar o mundo marcado pela tristeza em um lugar de alegria.” (Frei Luiz Antônio Pinheiro, OSA)