A Ordem de Santo Agostinho, por meio da Fundação Agostinianos no Mundo, desenvolve um projeto para atender crianças que vivem em áreas de risco e de vulnerabilidade social em Nyamasaria, um aglomerado da cidade de Kisumu, no Quênia. O objetivo é proporcionando às crianças a oportunidade de reescreverem suas histórias por meio da educação que acolhe, capacita e transforma.
O objetivo geral é contribuir para a redução das desigualdades sociais em Kisumu, concluindo a próxima fase do projeto escolar e transformando-o em um verdadeiro centro de inclusão e educação de qualidade. Esta nova escola agostiniana oferece acesso à educação de qualidade para as crianças mais novas de Nyamasaria, promovendo ativamente a escolarização de meninas. A escola também foi projetada para acolher e integrar crianças com deficiência, que representarão pelo menos 10% do corpo discente. “Isso”, afirma a Fundação, “inclui espaços e equipamentos adequados, bem como um programa educacional específico para sua plena reintegração social, treinamento da equipe para garantir metodologias eficazes e medidas para combater a superlotação das salas de aula, a fim de melhorar a qualidade da educação para todos.”



Com altos índices de criminalidade, casamentos e gravidezes precoces, além de inúmeros casos de HIV/AIDS, a situação em Kisumu é cada vez mais crítica. A superlotação nas escolas públicas é alarmante: a média é de 51 alunos por turma, chegando a picos de 80 estudantes, com uma proporção professor-aluno de 1 para 60. Maurizio Misitano e Simona Cipriani , coordenadores da Fundação , testemunharam esta situação durante recente visita ao projeto: a deterioração da vida comunitária em Nyamasaria está aumentando. A situação nessa região do país está se tornando cada vez mais crítica. “Muitas famílias optam por escolas informais de baixa qualidade por falta de opção”, afirma Maurizio Misitano, coordenador da Fundação. Apenas 1 em cada 6 crianças da região consegue concluir o ensino fundamental.
O Projeto: “Desenvolvimento Sem Barreiras”
A Ordem de Santo Agostinho contribui para a redução das desigualdades sociais em Kisumu, concluindo a próxima fase do projeto escolar e transformando-o em um verdadeiro centro de inclusão e educação de qualidade. Esta nova escola agostiniana oferece acesso à educação de qualidade para as crianças mais novas de Nyamasaria, promovendo ativamente a escolarização de meninas. A escola também foi projetada para acolher e integrar crianças com deficiência, que representarão pelo menos 10% do corpo discente. “Isso”, afirma a Fundação, “inclui espaços e equipamentos adequados, bem como um programa educacional específico para sua plena reintegração social, treinamento da equipe para garantir metodologias eficazes e medidas para combater a superlotação das salas de aula, a fim de melhorar a qualidade da educação para todos.”
Além disso, será a primeira escola da região a oferecer treinamento em técnicas para promover o desenvolvimento sustentável, preparando as novas gerações para construir um futuro mais justo e equilibrado.
“Acreditamos que a educação de qualidade é a força motriz para a transformação da sociedade, reforça a Fundação Agostinianos no Mundo.
Fonte: Cúria Geral Agostiniana
Fundação Agostinianos no Mundo
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