Continuando a leitura da obra Primeira Catequese aos Não Cristãos, de Santo Agostinho, no Espaço Cassicíaco do dia 8 de outubro, o Frei Tailer Ferreira, OSA, conduziu reflexão com os participantes dos núcleos da Fraternidade Agostiniana Secular – FAS sobre a segunda parte da catequese estendida, na qual Agostinho apresenta como narrar a História da Salvação com mais detalhes.
Esta segunda parte, abordou o período que vai da entrada na Terra Prometida até a Encarnação de Jesus e o tempo da Igreja. No encontro anterior, realizado em setembro, o grupo havia estudado a primeira parte da catequese estendida, que abrange desde a criação do mundo até a entrega da Lei.
De acordo com o Frei Tailer, estas são as intuições mais importantes do texto estudado:
- Exortação ao catequizando: Ao final da narrativa, Santo Agostinho propõe uma exortação que deve ser feita ao iniciado na fé cristã, incentivando-o a se afastar dos maus exemplos e a se aproximar dos bons.
- Importância do testemunho pessoal: Para Santo Agostinho, o testemunho que nasce da adesão à fé cristã implica um compromisso ético e relações humanizadas, que devem começar por cada pessoa.
No texto, Santo Agostinho insiste que, antes de esperar os bons exemplos dos outros, nós devemos começar a ser um bom exemplo. E que somos chamados por Deus a amar o irmão, o ser humano, mas a nossa esperança deve ser colocada somente em Deus. Pois amar é uma coisa e colocar a esperança é outra.
Na abertura o encontro, o Frei José Flávio Cassiano, OSA, acolheu os participantes e os chamou à oração inicial.
O Espaço Cassicíaco é um ambiente de estudo e partilha das obras de Santo Agostinho.
Núcleos da FAS da nossa Província:
Beato Estevão Bellesini – Bragança Paulista/SP
Nossa Senhora da Consolação e Correia – Santo Agostinho – Belo Horizonte/MG
Santo Agostinho – Barreiro – Belo Horizonte/MG
Santa Mônica – Marechal Hermes – Rio de Janeiro/RJ
Santa Rita – Chapada do Norte/MG
Santa Clara de Montefalco (Fortaleza/ CE)
São Nicolau de Tolentino – Engenho Novo – Rio de Janeiro/RJ
Sobre Cassicíaco
Refere-se ao tempo vivido por Santo Agostinho quando, aos 32 anos reuniu seu filho Adeodato, sua mãe Mônica e seus amigos em uma propriedade próxima a cidade de Milão, estabelecendo temporariamente ali uma comunidade dedicada aos trabalhos do campo, da casa, ao estudo e a oração.
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