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Quem Somos

Somos os freis da Província Agostiniana Nossa Senhora da Consolação do Brasil e temos como propósito frutificar o carisma agostiniano em terras brasileiras, através das nossas obras.

Santos
e Beatos

Beata Helena de Údine
23 de abril

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Vida e Obra de Santo Agostinho

Santo Agostinho (354-430), africano de nascimento e romano de cultura, é um patrimônio de santidade e cultura não só da Igreja, mas de toda a humanidade...

Toma e Lê Inspiração para meditar

“Quando esvaziares teu coração do amor terreno, começarás a enchê-lo do amor divino. (Tratado da carta de São João 2.8).”
- Santo Agostinho

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Notícias

31mar
EPSA produz máscaras para moradores em situação de rua

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a procura por produtos de higiene e limpeza se intensificou em várias partes do país. A busca por máscaras cirúrgicas, por exemplo, registrou um aumento de 624% em relação à semana anterior ao isolamento social, segundo a plataforma Consulta Remédios.

Na contramão do movimento, cidadãos em situação de vulnerabilidade social, como os moradores em situação de rua, seguem à margem do vírus que está provocando uma das maiores crises sanitárias mundiais. Tendo em vista a alta dos preços e a escassez no mercado de produtos que previnem a disseminação da Covid-19, a Escola Profissionalizante Santo Agostinho (EPSA) promoveu um mutirão para confecção de máscaras de proteção que estão sendo distribuídas gratuitamente a pessoas carentes.

De acordo o diretor da EPSA, Marco Henrique Silva, em apenas três, dias foram produzidas cerca de 1300 máscaras para doação. "Isso só foi possível graças ao empenho de um grup​o de ex-alunas do curso de Corte e Costura, que apoiaram a causa e receberam os materiais em suas casas para a confecção", conta.

O diretor explica que a iniciativa compõe uma série de ações sociais conduzidas pela Arquidiocese de Belo Horizonte, em parceria com a Pastoral de Rua, para garantir auxílio emergencial aos mais pobres. "A campanha está arrecadando, também, alimentos e itens de higiene e limpeza". Interessados em fazer doações devem entrar em contato pelo telefone (31) 9 8374-5587 ou (31) 9 9402-6451.

Com mais de quatro mil pessoas vivendo nas ruas da capital mineira, Marco avalia que a mobilização social é necessária diante do momento delicado que estamos vivendo. "Entre muitas iniciativas de voluntariado que estão acontecendo no país, a produção das máscaras é um gesto solidário e agostiniano em defesa da vida, especialmente daqueles que estão mais fragilizados nesse momento", analisa. 

31mar
Bêncão Urbi et Orbi

Texto integral da homilia do Santo Padre

Adoração do Santíssimo

e Bêncão Urbi et Orbi

(«Sagrado» da Basílica de S. Pedro, 27 de março de 2020)

«Ao entardecer…» (Mc 4, 35): assim começa o Evangelho, que ouvimos. Desde há semanas que parece o entardecer, parece cair a noite. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer» (cf. 4, 38), assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos.

Rever-nos nesta narrativa, é fácil; difícil é entender o comportamento de Jesus. Enquanto os discípulos naturalmente se sentem alarmados e desesperados, Ele está na popa, na parte do barco que se afunda primeiro... E que faz? Não obstante a tempestade, dorme tranquilamente, confiado no Pai (é a única vez no Evangelho que vemos Jesus a dormir). Acordam-No; mas, depois de acalmar o vento e as águas, Ele volta-Se para os discípulos em tom de censura: «Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» (4, 40).

Procuremos compreender. Em que consiste esta falta de fé dos discípulos, que se contrapõe à confiança de Jesus? Não é que deixaram de crer N’Ele, pois invocam-No; mas vejamos como O invocam: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» (4, 38) Não Te importas: pensam que Jesus Se tenha desinteressado deles, não cuide deles. Entre nós, nas nossas famílias, uma das coisas que mais dói é ouvirmos dizer: «Não te importas de mim». É uma frase que fere e desencadeia turbulência no coração. Terá abalado também Jesus, pois não há ninguém que se importe mais de nós do que Ele. De facto, uma vez invocado, salva os seus discípulos desalentados.

A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade. A tempestade põe a descoberto todos os propósitos de «empacotar» e esquecer o que alimentou a alma dos nossos povos; todas as tentativas de anestesiar com hábitos aparentemente «salvadores», incapazes de fazer apelo às nossas raízes e evocar a memória dos nossos idosos, privando-nos assim da imunidade necessária para enfrentar as adversidades.

Com a tempestade, caiu a maquilhagem dos estereótipos com que mascaramos o nosso «eu» sempre preocupado com a própria imagem; e ficou a descoberto, uma vez mais, aquela (abençoada) pertença comum a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos.

«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Nesta tarde, Senhor, a tua Palavra atinge e toca-nos a todos. Neste nosso mundo, que Tu amas mais do que nós, avançamos a toda velocidade, sentindo-nos em tudo fortes e capazes. Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!»

«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Senhor, lanças-nos um apelo, um apelo à fé. Esta não é tanto acreditar que Tu existes, como sobretudo vir a Ti e fiar-se de Ti. Nesta Quaresma, ressoa o teu apelo urgente: «Convertei-vos…». «Convertei-Vos a Mim de todo o vosso coração» (Jl 2, 12). Chamas-nos a aproveitar este tempo de prova como um tempo de decisão. Não é o tempo do teu juízo, mas do nosso juízo: o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros. E podemos ver tantos companheiros de viagem exemplares, que, no medo, reagiram oferecendo a própria vida. É a força operante do Espírito derramada e plasmada em entregas corajosas e generosas. É a vida do Espírito, capaz de resgatar, valorizar e mostrar como as nossas vidas são tecidas e sustentadas por pessoas comuns (habitualmente esquecidas), que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho. Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos! A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras.

«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» O início da fé é reconhecer-se necessitado de salvação. Não somos autossuficientes, sozinhos afundamos: precisamos do Senhor como os antigos navegadores, das estrelas. Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os vença. Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer resultar em bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas ruins. Ele serena as nossas tempestades, porque, com Deus, a vida não morre jamais.

O Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança, capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar. O Senhor desperta, para acordar e reanimar a nossa fé pascal. Temos uma âncora: na sua cruz, fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor. No meio deste isolamento que nos faz padecer a limitação de afetos e encontros e experimentar a falta de tantas coisas, ouçamos mais uma vez o anúncio que nos salva: Ele ressuscitou e vive ao nosso lado. Da sua cruz, o Senhor desafia-nos a encontrar a vida que nos espera, a olhar para aqueles que nos reclamam, a reforçar, reconhecer e incentivar a graça que mora em nós. Não apaguemos a mecha que ainda fumega (cf. Is 42, 3), que nunca adoece, e deixemos que reacenda a esperança.

Abraçar a sua cruz significa encontrar a coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de omnipotência e possessão, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar. Significa encontrar a coragem de abrir espaços onde todos possam sentir-se chamados e permitir novas formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade. Na sua cruz, fomos salvos para acolher a esperança e deixar que seja ela a fortalecer e sustentar todas as medidas e estradas que nos possam ajudar a salvaguardar-nos e a salvaguardar. Abraçar o Senhor, para abraçar a esperança. Aqui está a força da fé, que liberta do medo e dá esperança.

«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Queridos irmãos e irmãs, deste lugar que atesta a fé rochosa de Pedro, gostaria nesta tarde de vos confiar a todos ao Senhor, pela intercessão de Nossa Senhora, saúde do seu povo, estrela do mar em tempestade. Desta colunata que abraça Roma e o mundo desça sobre vós, como um abraço consolador, a bênção de Deus. Senhor, abençoa o mundo, dá saúde aos corpos e conforto aos corações! Pedes-nos para não ter medo; a nossa fé, porém, é fraca e sentimo-nos temerosos. Mas Tu, Senhor, não nos deixes à mercê da tempestade. Continua a repetir-nos: «Não tenhais medo!» (Mt 14, 27). E nós, juntamente com Pedro, «confiamos-Te todas as nossas preocupações, porque Tu tens cuidado de nós» (cf. 1 Ped 5, 7).

Fonte: Vatican News

26mar
Mensagem de paz, força e conforto | Frei Luiz Antônio Pinheiro

Convidamos toda a comunidade agostiniana para ouvir as palavras de paz, força e conforto do Frei Luiz Antônio Pinheiro, Prior Provincial e Presidente da SIC – Sociedade Inteligência e Coração, mantenedora do Colégio Santo Agostinho e Obras Sociais Agostinianas.

O momento no qual estamos vivendo é incerto, nós sabemos. Mas é preciso fortalecer a nossa fé e crer que tudo isso vai passar. Vamos, juntos, viver com serenidade, compromisso, pensando em nossas famílias, amigos, sociedade e no bem-comum.

Graça e Paz.

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Vocações

Assim como Santo Agostinho, encontre em Jesus o sentido da vida.

A nossa Província investe em uma formação de excelência para os candidatos à vida religiosa e ao sacerdócio. Essa promoção de novas vocações se dá pelo esforço e preocupação de muitos religiosos, em especial os mais jovens, que buscam ser testemunhas alegres que despertem e animem outros jovens a se juntarem a nós nessa aventura de fé e amor a Deus.

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Nossas Obras

Nos dedicamos as nossas obras com muita generosidade e determinação.

Além das "obras históricas" e de assistência social e promoção humana, nos dedicamos à formação de novos frades, assessorias de pastorais e movimentos populares e de grupos e pastorais ligadas à promoção dos direitos humanos, da justiça e paz.

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